Téc. Individual - Art. 02

- Toque de Bola Acima da Cabeça, para o Levantamento e para a Defesa.

- Para o Levantamento.

 

- Tipos e Maneiras de Execução.

 

No decorrer de um jogo o jogador é solicitado a executar o levantamento em diversas circunstâncias. Por exemplo:

- em recepção do saque ou defesas perfeitas, isto é, em que a bola chega na Zona de Levantamento (ZL) com altura e, espaço em relação à rede, ideais;

- em bolas recepcionadas ou defendidas de modo imperfeito e que não chegam na Zona de Levantamento.

 

O levantador, impossibilitado de utilizar o toque com o corpo de frente para o alvo - que é o mais fácil, o mais natural, o mais treinado - como é o ideal, é obrigado a realizar o levantamento por meio de outros tipos e maneiras. Se souber e estiver treinado não terá dificuldade alguma. Caso contrário, terá enorme dificuldade ou incapacidade para fazê-lo e, por conseguinte, poderá perder a marcação do ponto.

Por essa razão, o treinamento do toque deve ser sistemático. Não só para o levantamento, mas para aperfeiçoar a técnica, a execução do fundamento puro e simples. Nesta série de artigos abordarei tipos e maneira de execução e enfatizarei a importância do jogador adquirir competência nas suas execuções.

 

Nota

É muito comum observar - na praia e na quadra - os jogadores iniciarem o treinamento dispostos 2 a 2, atirando a bola com as duas mãos, depois com uma das mãos, depois batendo na bola, depois dando toques, tudo sem qualquer objetivo. Ficam, muitas vezes, cerca de 15 ou 20 minutos numa atividade que não leva a coisa alguma. Na minha opinião, é um tempo que pode ser aproveitado para o aperfeiçoamento do toque e da manchete. É necessário que o treinador estabeleça objetivos a serem alcançados. Caso o treinamento seja das ações ofensivas, o treinamento do toque deve ser direcionado à execução do levantamento. No caso das funções defensivas o toque deve ser praticado para a defesa.

 

- Toque com os Pés no Chão

- de Frente;

- de Costas;

- Lateralmente.

 

- De Frente.

É a maneira mais utilizada. O jogador deve esforçar-se a fim de sempre que possível, colocar-se de frente ou de costas para onde vai enviar a bola. No momento em que se coloca embaixo da bola, o posicionamento do corpo é o seguinte.

Pés - um ligeiramente na frente do outro. O calcanhar do pé que está na frente e a ponta dos dedos do pé que esta atrás, ficam, praticamente na mesma linha;

Pernas - abertura equivalente à distância dos ombros, semi-flexionadas;

Tronco - reto;

Braços - semiflexionados, com os cotovelos na linha da cabeça aproximadamente;

Mãos - ligeiramente afastadas (distância entre os dedos polegares de 5 cm), curvadas evolvendo a parte lateral inferior da bola.

No momento do toque há um movimento coordenado de extensão dos pés, pernas e braços. As mãos impulsionam a bola, tocando-a com os dedos (parte interna).

Nas fotos a seguir, Mônica Rodrigues demonstrado a execução do toque de frente. À esquerda, o apoio com a perna direita. À esquerda, o mesmo finalizado com a bola já impulsionada.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A precisão imprimida à trejetória da bola resulta da perfeita coordenação dos movimentos mencionados e o "timing" entre a acomodação da bola, com as mãos, e a impulsão da mesma, pela ação dos movimentos das mãos e dedos.

 

Cont. no art. 03, com o Toque de Costas

 

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